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Este Jacu News! interrompe o silêncio para comunicar com enorme pesar a morte do sr. Gilvan Luz.
Primeiro prefeito eleito (1964 a 1969), sr. Gilvan foi responsável por obras que determinaram a configuração da cidade.
Natural de Pedro Velho, Gilvan era filho de Joaquim da Luz, que por muito tempo foi dono de grandes plantações de cana de açúcar, dínamo da economia local por longos anos.
Juntamente com Manoel Teixeira Gilvan Luz, figura na galeria dos grandes líderes políticos que a nossa cidade já conheceu.
O sepultamento do sr. Gilvan será em Pedro Velho, sua terra natal.
Espírito Santo, enlutada, sente a perda deste grande homem.
Descanse em paz, sr. Gilvan!
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O Jacu News! acabou.
Como já havia notado os bravos – que aqui voltavam sem nada de novo encontrar -, coloco agora um ponto final neste site que ajudou a animar as rodas de conversas nas calçadas de Espírito Santo e até fora da cidade.
As razões para acabar com o JN! são muitas e, dentre elas, as de cunho pessoal tiveram peso determinante. O momento em que estou vivendo me impede de continuar a editar o site com o conteúdo de qualidade e isenção (sem falsa modéstia) que me propus a fazer.
Sei que muitos se sentirão aliviados com este sepultamento e eu os entendo; confesso que também me sinto.
Contudo, minha maior satisfação é saber que levantei a discussão sobre questões que antes eram “tabus”. E fiz isto sem me esconder atrás de nenhum pseudônimo (sim; me refiro aos vários sites e comentaristas ‘sem cara’), nem faltar com a verdade seja lá com quem for.
Uma prova de que este esforço valeu são os vários sites que hoje a cidade possui, todos abertos depois do pioneirismo deste JN!
Todo o conteúdo do JN!, assim como o próprio site, continuará a disposição para consulta. Basta acessar os arquivos mensais na barra cinza aqui ao lado.
Um abraço a todos e meu sincero agradecimento aos que acompanharam e torceram com a gente ao longo desta jornada.
Henrique Neto
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Para relembrar um dos momentos mais agitados do Jacu News!, publico a seguir a famosa entrevista que o então candidato a prefeito, Chico Araújo, nos concedeu na ocasião da pré-eleição de 2008:
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“Espírito Santo hoje está o caos do caos”
26/03/2008 por Henrique Neto
Chico Araújo é um homem ocupado. Depois de uma semana a sua procura e de vários recados deixados na caixa postal do seu celular, com a sua filha, com o assessor e a secretária, finalmente conseguimos falar com o homem. Porém, o Chico Araújo que me atende não é aquela figura desenvolta, falante e persuasiva que conhecemos dos palanques. Quem me atende é o Dr. Francisco Araújo de Souza, que na agitação de uma repartição pública, parece pouco à vontade com a idéia de conceder uma entrevista sobre sua candidatura.
Depois de lhe explicar em detalhes a razão do meu interesse em entrevistá-lo, o ex-prefeito, principal nome da oposição e candidato derrotado por sete votos nas últimas eleições, aceitou conversar com o site Jacu News! por telefone na última segunda-feira.
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Jacu News! – Qual é a marca registrada da sua gestão como prefeito de Espírito Santo?
Chico Araújo – Trabalho, boa administração, austeridade e as obras. Um exemplo é a construção da ponte, que foi importante e serviu para integrar o município. Se você se debruçar sobre uma planta da cidade vai ver que o rio de Jacu divide ela bem ao meio. Antes a população que vivia na parte sul, do outro lado do rio, ficava isolada e no tempo de cheia era um sacrifício atravessar e vir para o lado de cá. Depois da ponte, o que era roçado ficou urbanizado.
Outra obra importante que comecei foi o saneamento básico. Deixei 33% das casas atendidas pela rede de esgotos. Depois que saí da prefeitura (em 1996), não foi feito nenhum metro a mais de saneamento.
Outro fator forte da minha administração foi a austeridade que eu imprimi, a responsabilidade com o dinheiro público. Eu peguei a prefeitura naquela época com quase 500 funcionários. Fiz acordo com 243. Quem me procurou eu fiz acordo.
JN! – E o que não foi possível ser feito na sua administração?
C.A. – Num município em que você tem que fazer tudo, quatro anos não dá, é muito pouco. O prefeito que entrar em 1º de janeiro de 2009 vai encontrar a cidade em situação pior do que quando eu peguei em 1993, porque ‘eles [a atual administração] vieram acabando com tudo. Aquela usina de [processamento de] leite. Aquilo não ela para acabar.
JN! – Você criou secretarias, nomeou secretários e deu poder a eles…
C.A. – Isso. Os secretários de educação, da saúde… eu cobrava deles as metas.
JN! – … Você acha que na época essa decisão foi compreendida pelo cidadão comum?
C.A. – Pelo menos pela maioria foi. Foi um choque muito grande aquilo ali. Porque até então a cidade era administrada ‘na perna’. Manoel Teixeira andava com talão de cheques do Fundo de Participação no bolso. Como eu vi uma vez ele preenchendo um cheque em cima do capô de um Fiat. Um absurdo! Não pode acontecer um negócio desses.
JN! – Hoje, fazendo uma autocrítica, qual foi o ponto fraco da sua administração?
C.A. – Eu administrei a cidade como se fosse uma coisa privada. Quem não trabalhava não recebia. Eu não fiz a tradicional política. Consegui em Brasília 1202 feiras, e todo mês eu distribuía com as pessoas carentes. Quem não precisava não recebia. Muita gente achou ruim, mas era assim.
JN! – Seu erro, então, foi ter dado um caráter mais profissional à administração do município?
C.A. – Eu administrei o município. Eu não fiz política sebosa. Foi uma administração focada no resultado. E era por isso que o dinheiro dava. O município hoje está ingovernável.
Por causa de 27 habitantes, o município que era 0.8 voltou para 0.6 [no Fundo de Participação dos Municípios]. Faltou competência aos administradores para não deixar que isso acontecesse. A cidade deixa de receber R$ 120.000 por mês. A administração está na mão de agiotas, é um negócio de outro mundo.
JN! – O que está faltando a Espírito Santo hoje?
C.A. – Falta administração e competência. O bom administrador tem de ser honesto, trabalhador e competente. De outra forma não se administra o município de um jeito que preste.
JN! – E qual a sua avaliação da atual administração local?
C.A. – Espírito Santo hoje está o caos do caos. Infelizmente a realidade é essa.
JN! – Se projete no dia 1º de janeiro de 2009 já sendo empossado na prefeitura. Qual seria sua primeira ação?
C.A. – Montar um secretariado competente e aplicar à administração austeridade. ES só se recupera se tiver uma pessoa ética, competente, trabalhadora e honesta que faça os projetos e vá buscar dinheiro fora pra realizá-los. O dinheiro que chega pro município do Fundo [de Participação dos Municípios] só dá para o custeio e manutenção da máquina.
Quando eu fui prefeito, estive em Brasília, e naquela época só tinha 17 ministérios. Pois bem, eu só não fui bater na porta do Ministério da Marinha porque em ES não tem mar. Hoje tem 38 ministérios no Governo Federal e se você conseguir um convênio por ano, o que isso representa? Divida. São vinte por ano.
Tem prefeitura ali perto de ES, como a de Serra Talhada, que tem 45 convênios com o Governo Federal. Você sabe quantos têm em ES? Tem um só. Um convênio de R$ 117.000 para calçamento. Aí você vê a mediocridade dos administradores. Eu vou sair daqui para Brasília para conseguir um convênio de 117 mil? Vou nada! Não paga nem a passagem. Mas qual é a visão daquele povo [os administradores] de mundo? De futuro?
“O município hoje está ingovernável”
JN! – Historicamente os líderes políticos da cidade não formam sucessores. Sua candidatura à prefeitura é por falta de outro nome nos quadros do PMDB?
C.A. – Gilvan Luz é um dos responsáveis por toda essa situação em que ES se encontra, porque abandonou. Entregou o poder político a Manoel Teixeira.
Se hoje se dissesse em ES: ‘vamos fazer um candidato único e esse candidato é Gustavo’, meu filho, que é vereador, eu não permitiria porque ele não está preparado para tamanha responsabilidade. Tem que amadurecer mais. Eu não vou pegar um filho meu e jogar numa fogueira destas. Então hoje, dentro do meu partido, eu não tenho outra pessoa.
Eu venho de uma luta de vinte e seis anos [na política] e nunca pensei em ser prefeito de ES. Depois que eu fiquei com essa responsabilidade, olho para um lado e para o outro e digo: ‘bem, se eu abandonar esse povo [a atual administração] bota uma corrente lá na Bela Vista e outra lá na rua do Cruzeiro e não entra mais ninguém, só quem eles deixarem’.
JN! – Mas é uma preocupação sua formar esse sucessor, independente de ser ou não seu filho?
C.A. – Está aparecendo agora uma turma nova, pessoas terminando curso superior em diversas áreas, e essa turma nova vai chegar. ES não tinha isso, mas agora vai ter. Porque o novo em política é a ética, é a honestidade, é o trabalho. Veja essa propaganda do TSE – Tribunal Superior Eleitoral – ensinando o eleitor a votar. Eles dizem ‘vote em pessoas assim’ e não ‘vote nesse cara porque ele é moço’.
O Marechal de Gaulle (Charles André Joseph Pierre-Marie de Gaulle. 22/11/1890 – 9/11/1970 – estadista francês) quando presidente da França, sofreu um atentado e logo depois deu uma entrevista coletiva para jornalistas de diversos países. Um deles lhe perguntou: ‘Presidente, porque o seu ministério é formado só de pessoas com mais de sessenta e cinco anos?’, e ele respondeu: ‘por que os mais velhos já morreram’.
JN! – Segundo o IBGE, no Censo de 2001 a população de ES era de 10.715 habitantes. Em 2007 esse número caiu para 10.132. Qual a principal razão desse encolhimento da população?
C.A. – Não houve encolhimento da população. O que aconteceu nesse primeiro censo [de 2001] é que Manoel Teixeira, que na época era o prefeito, “comprou” Erivan [Dias], que era o recenseador e deu a ele um carro e mais R$ 1.000 por mês. Em troca Erivan aumentou a população em 500 habitantes.
JN! – Como você vê a forte dependência econômica que a população da cidade ainda tem com a prefeitura? Como tornar a população Espírito-Santense menos dependente economicamente?
C.A. – Quando eu assumi a prefeitura em 93, havia uma seca danada e várias pessoas me procuravam para pedir ajuda. Mandei esse pessoal todo limpar o mato da faixa de domínio do acostamento da RN003 – que vai de ES a Várzea – e paguei pelo trabalho que eles fizeram. O grande desafio do administrador municipal é criar trabalho para população e não dar esmola. Principalmente para essa juventude que está chegando.
“A administração está na mão de agiotas”
JN! – A cidade atualmente conta com duas lan houses, dois tele centros e mais as pessoas que acessam a internet de casa. Nas comunidades do Orkut onde as questões da cidade são colocadas em pauta, nota-se uma participação mais acalorada dos jovens Espírito-santenses. As pessoas buscam se informar dos rumos que estão sendo dados ao município, através de sites de prestação de conta mantidos pelos governos Estadual e Federal. De maneira geral, o eleitor de ES anda mais exigente?
C.A. – Naturalmente que sim. Agora o que precisa é a população de ES exercitar sua cidadania. Reclamar seus direitos. Eles precisam tomar consciência que saúde e educação, por exemplo, é um direito do cidadão e uma obrigação do estado. Tem de cobrar.
JN! – Você acredita que essa ‘falta do exercício da cidadania’ explique a margem de votos apertada em que foi decidida a última eleição para prefeito?
C.A. – Olhe… Uma pessoa que ia votar comigo mudou o voto na véspera da eleição porque a prefeita disse que ia lhe dar um emprego, mesmo ela sabendo que emprego só através de concurso público. Aí você vê a mentalidade. O cara vender o voto por R$ 20 reais… Isso remota ainda das nossas origens. Aquilo ali foi um pé de engenho, não é? Um povo subdesenvolvido dependendo de Joaquim da Luz a vida toda. Criou-se naquilo.
ES tem seis mil eleitores e na última eleição houve 700 votos nulos. É porque o cara não sabe votar.
JN! – E qual a sua mensagem para esses jovens que irão votar pela primeira vez neste ano?
C.A. – Leiam mais, se informem melhor e não se deixem enganar mais uma vez. Não vendam seus votos. Se preparem para enfrentar o futuro. Porque enganados eles já foram demais. Aliás eu quero saber o que nossa amiga prefeita vai dizer nessa eleição. ‘Vou fazer’? Não tem mais como. Já devia ter feito.
JN! – O que a gente tem visto aí nos últimos tempos, são duas mulheres encabeçando os principais cargos na administração municipal. Você acha que o povo de ES…
C.A. – [interrompendo a minha pergunta] Aí aonde?
JN! – … Em Espírito Santo.
C.A. – E quais são as mulheres?
JN! – A prefeita, Daise, e Ana Augusta na Câmara. Voltando: você acha que esse fato mostra que a população de ES está mais aberta às novidades, está mais disposta a apostar no novo?
C.A. – Se a população votou pensando que aquilo (sic!) era novidade, enganou-se redondamente.
JN! – Nos dois casos?
C.A. – Nos dois casos. Ana Augusta perdeu completamente o controle da Câmara. Tem havido por lá um rolo danado. Já quiseram até agredir ela. E a prefeita, já viu… Infelizmente não trouxe nenhuma novidade para o povo.
Elas não servem para serem citadas como exemplos para as mulheres. Não é que lá [em ES] não tenha mulher competente. Tem. É que as duas decepcionaram. Não honram a saia que vestem.
“O prefeito que entrar em 1º de janeiro de 2009 vai encontrar a cidade em situação pior do que quando eu peguei em 1993″
JN! – E como estão as alianças para essa eleição?
C.A. – Estamos compromissados com diversos partidos para nos coligar na convenção.
JN! – Então a eleição em ES será disputada só por dois candidatos?
C.A. – Exatamente.
JN! – Eu gostaria que você fizesse um comentário sobre os seguintes políticos:
- Gilvan Luz
C.A. – Gilvan é um homem muito bom, mas bom para a família, sabe? E ele não é exceção não, porque você não conhece um [da família] Luz que se dê muito com trabalho. Então ele ficou ali, arrendando aquelas mil covazinhas a um e a outro, recebendo aquele dinheiro. Chega de manhã, lê o Diário de Natal, fica por ali, almoça. De tarde dorme e pronto. Gilvan saiu da política e a entregou a Manoel Teixeira; em razão disso, o município está como está hoje. Ele omitiu-se de uma série de deveres que tinha com a cidade. E não é que ele seja preguiçoso não, viu? Só não gosta de trabalhar.
- Ana Augusta
C.A. – É uma menina que foi bem criada. Criada em outro meio. De uma família, por parte da mãe, rica e influente aqui de Natal. Tem curso superior, mas politicamente não se deu bem não. É tanto que parece até que ela nem vai mais sair candidata a nada.
“Espírito Santo hoje está o caos do caos”
- Manoel Teixeira
C.A. – Manoel é o seguinte: ele olhou para um lado e para o outro e disse “em terra de cego quem tem um olho é rei”. Era um cara desenvolto, com aquele jeitão dele, farrista, gostava de forró, foi tomando conta, tomando conta e foi a-li-e-nan-do aquelas pessoas. Mas Manoel, com quem eu briguei muito politicamente, passava a campanha e a gente se cumprimentava, porque eu não tenho nada de pessoal contra ele não.
O conceito que eu tenho de Manoel é que ele era altamente irresponsável. O município era entregue às baratas e ele não queria saber se quebrou, se não funcionava. Infelizmente. Porque um homem que foi prefeito cinco vezes de um município começando, aquilo era para ser outro mundo.
- Daise
C.A. – Pessoalmente eu conheço pouco a prefeita. Mas como dona de casa e como mãe de família, acho uma pessoa normal, agora como administradora é péssima. E ela não tem mais como se recuperar. Para começar do jardim de infância não dá mais tempo não.
JN! – E tem alguém em ES que você admire?
C.A. – Tem uma pessoa ali que eu tenho a maior admiração, pela maneira de ser, pelo caráter, pela ética que ele tem. É um homem pobre que criou uma família numerosa, mas os filhos todos são organizados: Ernane Dias.
Ernane Dias é uma figura! É um homem que não anda ‘picaretando’ (sic!) ninguém, pedindo nada. É da casa dele. Sinceramente, se ES tivesse um cento de Ernane Dias aquilo ali era outro mundo.
JN! – Qual a principal lembrança do seu tempo de menino em ES?
C.A. – A principal lembrança é de minha avó. Eu era apaixonado pela mãe de minha mãe, Filomena Pessoa de Araújo. Ela era uma mulher alva dos olhos azuis, mais alta que minha mãe. Uma descendente de portugueses que tinha uns olhos azuis brilhantes. Era daquelas mães de família que diziam sim e não e os filhos temiam a tudo, sabe?
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Publicada originalmente em 26/03/2008.
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Deu hoje, no blog Panorama Político, da Tribuna do Norte:
Espírito Santo é o pior índice do ensino fundamental no Estado
Quem é mesmo o Secretário de Educação do município, hein?
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O dia 10 de julho foi a data escolhida para testar se você é ou não uma pessoa de prestígio em Espírito Santo.
É neste dia que acontecerá o Arraiá do Avestruz, que neste ano chega à sua quinta edição.
Os convites já estão na gráfica e logo você receberá o seu (ou não).
Seguindo a tradição do arraiá, que já entrou pro calendário da cidade, o Avestruz terá duas bandas surpresa.
Quem já participou do Avestruz, sabe que bebida, comida e churrasco são free – inclusos no valor da senha.
Os organizadores da festa prometem ainda muitas brincadeiras, comidas típicas, quadrilha improvisada, eleição dos Rei e Rainha do Milho e concurso para eleger o casal melhor caracterizado no estilo caipira.
Para adiantar, os organizadores avisam que: não serão aceitas: crianças, pessoas sem fantasia caipira ou penetras de toda sorte.
Serviço:
O que? V Arraía do Avestuz;
Quando? no dia 10 de julho;
Hora? confirme no seu convite;
Onde? Fazenda Manoel Correia;
Quanto? Calma! Se você for convidado, logo saberá.
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